SINAL GRAFIC

4 de Maio de 2010 @ 15:19 por Sinal Design

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Protótipo de iPhone perdido agora é caso de polícia nos EUA

27 de Abril de 2010 @ 12:32 por Sinal Design

O iPhone perdido nos Estados Unidos virou caso de polícia nos Estados Unidos.

O blog americano Gizmodo publicou um post esta tarde informando que na noite de sexta-feira uma equipe da polícia californiana esteve na casa do editor Jason Chen e confiscou quatro computadores e dois servidores. Chen, que não estava no local, disse que sua casa teve a porta arrombada por policiais para o cumprimento de um mandado de apreensão, assinado por um juiz da Corte Suprema do Condado de San Mateo. Ao chegar, os policiais já se encontravam havia horas recolhendo equipamentos.

A operação foi uma consequência da investigação sobre as circunstâncias do desaparecimento do protótipo do iPhone 4G, desenvolvido pela Apple e cuja existência foi revelada pelo Gizmodo na semana passada. Um promotor de San Mateo abriu investigação com base numa lei da Califórnia, de 1872, que determina que qualquer um que encontra um objeto perdido e sabe quem é seu dono deve devolvê-lo sob a pena de ser acusado de roubo.

O Gizmodo confirmou ter pago US$ 5 mil pelo iPhone. Ao receber o telefone, desmontou-o, revelando detalhes de sua configuração. Só no final da semana, depois ter enviado ao site uma carta confirmando ser a dona do protótipo, a Apple recuperou-o.

Em resposta à operação policial, Gaby Darbyshire, do grupo de mídia Gawker, que edita o Gizmodo americano, alegou que pela lei californiana a informação obtida pelas organizações de mídia está protegida.

A Apple não costuma medir esforços para impedir a divulgação de detalhes de seus aparelhos antes que sejam lançados. O argumento da empresa é que informações causam prejuízos ao beneficiarem concorrentes e impedirem estratégias de negócios.

Sony vai deixar de fabricar disquetes

27 de Abril de 2010 @ 12:23 por Sinal Design

Os disquetes de 3,5″, que já foram o meio mais popular de armazenamento portátil no PC, terão sua fabricação encerrada no Japão em março de 2011.

A Sony, segundo o jornal Mainichi Japan, tem 70% do mercado de disquetes no Japão, e o prazo anunciado pela companhia para o fim da produção dos disquetes é equivalente ao final do ano fiscal da companhia. Os motivos, cita o Mainichi Japan, para a morte do disquete são “a popularização de dispositivos de armazenamento de maior capacidade, como os pen drives USB”.

O jornal diz ainda que demais fabricantes já aposentaram a fabricação de disquetes no Japão, assim como a Sony parou de exportar esse item no último mês, “exceção feita à Índia e outras regiões”.

Pesado, quadrado e com Windows: conheça o “iPad” chinês

27 de Abril de 2010 @ 12:15 por Sinal Design

Pouco mais de três semanas depois do lançamento mundial, versões piratas do tablet iPad, da Apple, começaram a surgir em lojas online e físicas na China. A Apple recentemente adiou o lançamento internacional do iPad, afirmando que a imensa demanda nos Estados Unidos apanhou de surpresa a companhia.

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Mas os consumidores chineses que estão em busca de versões do mais recente produto da empresa não precisam ir mais longe que um movimentado centro de eletrônicos em Shenzhen, próspera cidade do sul da China, próxima da fronteira com Hong Kong. Lá, pequenas lojas estão repletas de versões piratas de toda espécie de produtos, do Windows 7 a US$ 2, a uma ampla gama de produtos da Apple, como iPhones, MacBooks e MacBook Air.

Depois de extensas consultas a diversos comerciantes, um deles, cujo sobrenome é Lin, ofereceu o item procurado, em uma sala escura do quinto andar do mercado, longe do movimento. Pesado e espesso, com três portas USB e forma mais retangular que a do original, esse derivado com aspirações a iPad, acionado por um sistema operacional Windows, parece mais com um iPhone gigante. O preço é de 2,8 mil iuans (US$ 410), o que o deixa um pouco mais barato que o iPad, vendido por entre US$ 499 e US$ 699.

“Essa é apenas a primeira versão”, diz Lin, um agente de vendas com cabelos cortados à escovinha que fala rapidamente em cantonês, o idioma local. “Embora a forma não seja exatamente a mesma, a aparência externa é bastante semelhante à do iPad, de modo que não acreditamos que isso afete demais as nossas vendas”, explicou ele, acrescentando que a diferença se deve à dificuldade de encomendar componentes semelhantes, devido ao curto prazo de dois meses para o desenvolvimento da primeira versão do aparelho.

Os ocupados piratas chineses estão correndo para preencher um vazio que não perdurará, criado pela demanda inesperadamente forte que o iPad encontrou nas primeiras semanas do aparelho no mercado.

“A China é basicamente um mercado que tem a capacidade de clonar tudo, então isso não chega a surpreender”, afirmou Edward Yu, presidente-executivo da empresa de pesquisa Analysys International. “Eu não creio que a pirataria seja uma coisa ruim para o iPad dado que a China tem uma enorme população. Pode ser que os iPads clonados deem aos potenciais usuários um gostinho do que se trata o aparelho.”

De volta a Shenzhen, Lin afirmou que fábricas na região do delta do rio Pérola, maior centro de exportação de manufaturas da China, estão trabalhando duro em uma versão atualizada dos iPads pirateados para satisfazerem a demanda.

“Essa é a apenas a primeira versão, sem ajustes”, disse Lin. “As fábricas poderão produzir uma cópia muito melhor mais para frente”.